Almeida Garrett, para além se poeta, romancista, dramaturgo, orador parlamentar, combatente do cerco do Porto, também foi jornalista, um dos fundadores da imprensa pública, em Portugal "para davogar a causa do povo contr a tirania".
Estreou-se na imprensa no dia 14 de Fevereiro de 1822, n'O Portuguez Consttucional Regenerado, nº36, num artigo que respondia às críticas que o padre José Agostinho Macedo publicava na Gazeta Universal , a propósito do Retrato de venus, obra que escreveu co 17 anos e editou pouco tempo depois.
Nos jornais que fundou, dirigiu ou colaborou, destingui-se sempre porque procurava chamar a atenção do Povo, instrui-lo, dar-lhe consciência da liberdade e dos seus direitos cívicos, tal como do seu papel na nação. Por isso não só se destaca na imprensa política, como a nível da imprensa feminina e teatral.
Em Fevereiro de 1822, Garrett funda o seu primeiro jornal, em Lisboa, Juntamente com Luís Francisco Midosi: O Toucador:Periodico sem Politica dedicado às senhoras Portuguesas. Este foi o primeiro jornal português dedicado ao público feminino, de âmbito literário, do quotidiano e das curiosidades. Foram publicados sete números deste semanário. O título segundo o que declara o artigo de apresentação, foi sugerido por uma dama que um redator foi visitar em principio da sua "toilett" e um pouco "déshabillé". Este periódico termina em Março de 1822.
Quanto à imprensa política, Garrett funda a 4 de Março de 1823, também em Lisboa, o único número do jornal Heraclito e Democrito. A redação integral deste jornal é atribuida unicamente a Garrett.
A 30 se Outubro de 1826 lança, em Lisboa, O Portuguez: diario politico, litterario e commercial, em que esteve associado a Paulo Midosi, Carlos Morato Roma, joaquim Lacher e António Maria Couceiro, foram editados 258 números. Este jornal foi essencialmente político e noticioso, e a sua colaboração não era assinada, terminou a 17 de Setembro de 1827.
Põe à venda a 4 de Março de 1827, em Lisboa, O Cronista: Semanário de politica, litteratura, sciencias e artes, da sua exclusiva responsabilidade, sendo editados 26 números. Era um jornal que tinha colaboração política e literária, terminou em Agosto de 1827.
tanto O Portuguez, como O Cronista, foram censurados e encerrados por ordem do governo da regente D. Isabel Maria.
A 9 de Setembro de 1829 lança o semanário O Chaveco Liberal, em Londres, juntamente co José Ferreira Borges e Paulo Midosi, do qual serão editados 17 números, terminando a 30 de Dezembro do mesmo ano. Este jornal foi integralmente redigido por Almeida Garrrett.
Dois anos mais tarde funda em Londres O Percursor , Semanário político, no dia 27 de Setembro de 1831, do quql são editados 3 números, foi um jornal inteiramente redigido por Garrett que o considerou "panfleto incendiário". Terminou no dia 11 de Outubro de 1831.
No dia 2 de Julho de 1836 reaparece na imprensa portuguesa, como redator principal d'O Portuguez Constitucional, que fundou juntamente com João Baptista Gastão e Alexandre Lima Leitão. Este Diário era essencialmente político e noticioso, a colaboração não era assinada e a de Garrrett terminou às portas da Revolução de Setembro, foram editados 104 números. Este jornal foi consebido com a intenção de combater o ministério de 20 de abril, constituido pelo Duque da Terceira, manuel Gonçalves Miranda
e josé da silva carvalho. Termina a 2 de Novembro de 1836.
no que diz respeito à Imprensa Tearal, funda em 1837 o Entre-Acto, Jornal dos Theatros e em 1840 o Jornal do Consevatório.
Quanto às artes em geral fundou O Jornal da Bellas Artes, em 1843. Garrett fundou este jornal na qualidade de Presidente da Associação de artistas e Homens de Letras, e nele inscreveu diversa colaboração anónima. na direcção da redação deste jornal trabalhavam: Manuel Maria Bordallo Pinheiro e josé Baptista Coelho. Foram editados 6 números.
Em 1845 surge o último jornal, em que Garrett participou A Ilustração:Jornal Universal, na direcção da redacção deste diário trabalhavam Teixeira deVasconcelos e José da Silva Leal, foram editados 12 números e terminou a 31 de dezembro de 1846.
Em Agosto de 1846, por convite de Almeida Garrett e José Estevão, reuniram-se no Conservatório Real de Lisboa, alguns homens de letral e jornalistas e assim constituiram a Liga ou Associação promotora dos Melhoramento da Imprensa. Pela primeira vez, desta forma, a imprensa se levanta pelos seus direitos.
é interessante salientar que à medida em que entra em progresssiva decadência o setembrismo até à restauração da Carta, no início de 1843, vai diminuindo o movimento jornalistico no país. A "Lei da Rolhas" baixou verticalmente o nossso movimento jornalistico, voltando logo a subir depois que essa lei foi revogada pelos Decretos 22 e 23 de Maio de 1851.
Quanto à imprensa política, Garrett funda a 4 de Março de 1823, também em Lisboa, o único número do jornal Heraclito e Democrito. A redação integral deste jornal é atribuida unicamente a Garrett.
A 30 se Outubro de 1826 lança, em Lisboa, O Portuguez: diario politico, litterario e commercial, em que esteve associado a Paulo Midosi, Carlos Morato Roma, joaquim Lacher e António Maria Couceiro, foram editados 258 números. Este jornal foi essencialmente político e noticioso, e a sua colaboração não era assinada, terminou a 17 de Setembro de 1827.
Põe à venda a 4 de Março de 1827, em Lisboa, O Cronista: Semanário de politica, litteratura, sciencias e artes, da sua exclusiva responsabilidade, sendo editados 26 números. Era um jornal que tinha colaboração política e literária, terminou em Agosto de 1827.
tanto O Portuguez, como O Cronista, foram censurados e encerrados por ordem do governo da regente D. Isabel Maria.
A 9 de Setembro de 1829 lança o semanário O Chaveco Liberal, em Londres, juntamente co José Ferreira Borges e Paulo Midosi, do qual serão editados 17 números, terminando a 30 de Dezembro do mesmo ano. Este jornal foi integralmente redigido por Almeida Garrrett.
Dois anos mais tarde funda em Londres O Percursor , Semanário político, no dia 27 de Setembro de 1831, do quql são editados 3 números, foi um jornal inteiramente redigido por Garrett que o considerou "panfleto incendiário". Terminou no dia 11 de Outubro de 1831.
No dia 2 de Julho de 1836 reaparece na imprensa portuguesa, como redator principal d'O Portuguez Constitucional, que fundou juntamente com João Baptista Gastão e Alexandre Lima Leitão. Este Diário era essencialmente político e noticioso, a colaboração não era assinada e a de Garrrett terminou às portas da Revolução de Setembro, foram editados 104 números. Este jornal foi consebido com a intenção de combater o ministério de 20 de abril, constituido pelo Duque da Terceira, manuel Gonçalves Miranda
e josé da silva carvalho. Termina a 2 de Novembro de 1836.
no que diz respeito à Imprensa Tearal, funda em 1837 o Entre-Acto, Jornal dos Theatros e em 1840 o Jornal do Consevatório.
Quanto às artes em geral fundou O Jornal da Bellas Artes, em 1843. Garrett fundou este jornal na qualidade de Presidente da Associação de artistas e Homens de Letras, e nele inscreveu diversa colaboração anónima. na direcção da redação deste jornal trabalhavam: Manuel Maria Bordallo Pinheiro e josé Baptista Coelho. Foram editados 6 números.
Em 1845 surge o último jornal, em que Garrett participou A Ilustração:Jornal Universal, na direcção da redacção deste diário trabalhavam Teixeira deVasconcelos e José da Silva Leal, foram editados 12 números e terminou a 31 de dezembro de 1846.
Em Agosto de 1846, por convite de Almeida Garrett e José Estevão, reuniram-se no Conservatório Real de Lisboa, alguns homens de letral e jornalistas e assim constituiram a Liga ou Associação promotora dos Melhoramento da Imprensa. Pela primeira vez, desta forma, a imprensa se levanta pelos seus direitos.
é interessante salientar que à medida em que entra em progresssiva decadência o setembrismo até à restauração da Carta, no início de 1843, vai diminuindo o movimento jornalistico no país. A "Lei da Rolhas" baixou verticalmente o nossso movimento jornalistico, voltando logo a subir depois que essa lei foi revogada pelos Decretos 22 e 23 de Maio de 1851.
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